
E-commerce: também ao alcance das pequenas
O medo dos consumidores de comprar pela internet está diminuindo cada vez mais. O faturamento de vendas na rede cresceu 25% no primeiro semestre deste ano, segundo estimativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e a e-bit, empresa de monitoramento de e-commerce. Reportagem da Agência Estado Investimentos também atribui esse crescimento à retomada das condições de financiamento, à queda do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para linha branca e à agressiva política de preços no ambiente virtual.
Esse crescimento torna-se ainda mais significativo se comparado com o desempenho do varejo físico, que foi bem menor que o on-line e subiu 10,3% até maio. No primeiro semestre, o faturamento bruto esperado era de R$ 4,5 bilhões (alta de 20%), mas as empresas de monitoramento já apontam um faturamento de, pelo menos, R$ 4,75 bilhões (elevação de 25%). A e-bit constatou que a intenção dos consumidores em adquirir produtos na internet no terceiro trimestre é a maior para esse período desde 2006, quando o levantamento começou a ser realizado.
Pequenas empresas também podem fazer e-commerce
As vantagens oferecidas pelas varejistas on-line são maiores descontos, ao mesmo tempo em que os consumidores têm a facilidade de fazer um comparativo mais denso sobre preços. De acordo com a Agência Estado Investimentos, por enquanto, o mercado está sendo dominado por empresas como Wal-Mart, Casas Bahia, Ponto Frio, Extra e Magazine Luiza.
Mas ao contrário do que micro, pequenas ou médias empresas possam imaginar, esse mercado não é privilégio das grandes empresas. Prova disso é que a Associação Comercial de São Paulo desenvolveu um WebForum de e-commerce dedicado às MPEs. Além de trocar informações com outros usuários, você terá acesso a conteúdos editoriais que visam orientá-lo nesse mercado.
Tags: E-commerce, internet, vendas



Acredito que o mundo mudou, mudou-se então a forma de desejo, a comodidade, as lojas de varejo nos deixam zonzas com tantas informações – entramos e saimos confusos sem comprar, acredito quanto mais espercifico e dirigido o mercado conseguirá conquistar clientes. Assim o comércio eletrônico já é uma realidade para todos.
Acho que o comércio eletrônico é o futuro. O jovem mudou completamente sua maneira de comprar.