
Crise global, a vilã da retração nas micro e pequenas empresas
O faturamento das micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo teve uma queda de 5,5% no ano passado em relação a 2008. Esse é o principal resultado apontado pela pesquisa Indicadores Sebrae-SP, divulgada ontem. A crise econômica mundial é considerada a principal responsável por esses números. No começo de 2009, o faturamento dessas empresas chegou a cair em torno de 20%. “A crise gerou alguns reflexos: redução nas vendas pelo chamado ‘efeito insegurança’ e paralisação das exportações, porque o mercado externo parou e houve restrição à oferta de crédito”, explicou o superintendente do Sebrae-SP, Ricardo Tortorella. No entanto, a recuperação da economia que se viu nos meses seguintes reduziu o tamanho das perdas, mas não o bastante para compensá-las.

A crise financeira mundial veio impor um desafio a mais às pequenas empresas, não só no Brasil, mas em todos os países do mundo. Dependendo do ramo de atuação da empresa, a intensidade dos efeitos da crise será diferente. Pensando justamente em soluções para este desafio, o Sebrae desenvolveu a cartilha 

