A capacidade de sobreviver das empresas paulistas aumentou nos últimos cinco anos. O monitoramento dos índices de sobrevivência e mortalidade das empresas do estado conduzido pelo Sebrae-SP desde 1998 revelou uma capacidade maior das micro e pequenas empesas de até 5 anos de vida de driblarem as dificuldades e se manterem abertas. O estudo foi divulgado esta semana em São Paulo e apresentou, entre outros dados, a diminuição da taxa de mortalidade destes negócios de 71% para 58%.
A taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas no primeiro ano de vida também caiu, de 35% para 27%. A taxa de mortalidade de empresas com um ano no mercado permaneçeu estável com relação ao levantamento anterior, realizado em 2005.

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Uma entrevista divulgada no portal
O colunista Álvaro Oppermann, da revista
Determinação profissional, perseverança, senso de oportunidade e foco são caractecterísticas comuns de quem tem sucesso profssional. E no caso dos empreendedores, especialmente os pequenos, essa relação também é verdadeira.
OK, você resolveu abrir um negócio e conquistar sua independência. Parabéns. Além de todo o empenho necessário para tirar a sua empresa do papel, é importante preparar-se também para o desafio de mantê-la aberta. Isso porque um grande número de micro e pequenas empresas encerram suas atividades antes de completarem um ano de vida, resultado de uma série de erros comuns, que quando somados, podem acarretar o fechamento definitivo do empreendimento e transformar em pesadelo o sonho de ser dono do próprio negócio. Durante dez anos, o
O ano de 2009 registrou o menor número de falências decretadas desde 2005, quando entrou em vigor a Nova Lei de Falências. Dados do 


