
Melchor: aula na TV Sebrae
Ter uma ideia inovadora já é um grande passo quando se concorre com quase 7 bilhões de cabeças. Mas a ideia por si só não é suficiente. É preciso saber aprimorá-la para ser apresentado ao tal diferencial.
Se depois de tudo isso, a sua invenção estiver preparada para alcançar o mercado, é preciso antes protegê-la. Como? Por meio de uma patente. O registro de patente evitará que concorrentes copiem e vendam o seu produto por um preço mais baixo. Mas não é só isso. Tendo direito sobre sua criação, você poderá ganhar um investimento rentável.
Por outro lado, todo o conteúdo técnico da sua invenção terá de ser revelado detalhadamente. A partir dessa vertente, entra-se em outra questão. É interessante que todos os produtos sejam patenteados? Existem casos em que não vale a pena, revela Fabiano Rocco, ao Faça Diferente, blog do Sebrae. “Para um produto facilmente copiado no mercado, não vale a pena”, afirma. “É possível que o empresário gaste muito dinheiro para impedir que terceiros o copiem e acabe tendo prejuízo. Se a Coca-Cola tivesse patenteado a fórmula, todo mundo teria acesso a ela, porque a patente é um documento público. Uma das maiores sacadas da Coca-Cola foi nunca patentear”.


