O Serasa Experian trouxe ontem uma ótima notícia para os empreendedores brasileiros: o número de falências decretadas em julho deste ano é o menor desde 2005, quando entrou em vigor a Nova Lei de Falências. O número total de estabelecimentos fechados neste mês foi de 53, o que representa um recuo de 20,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram registrados 67 casos de falência. Segundo a Serasa, os bons resultados refletem o melhor momento econômico vivido pelo país.
Posts com a tag ‘Serasa’
Falências diminuem, e atividade comercial cresce
postado por Carlos Dias
MPEs impulsionam melhoria na qualidade de crédito
postado por Carlos Dias

Evolução do índice da Serasa: recuperação
As micro e pequenas empresas foram responsáveis pela melhoria na qualidade de crédito do setor produtivo brasileiro no segundo trimestre deste ano (abril, maio e junho). É o que mostra o Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito das Empresas, medido numa escala de zero a 100. Divulgado ontem, dia 30, o índice mostra um aumento de 0,1%, levando o índice a 95,62 pontos, o melhor desempenho desde o segundo trimestre de 2009, antes da crise global. Em outras palavras, o indicador mostra o risco de inadimplência das empresas. Segundo os economistas da Serasa, o aumento se deve à menor exposição do consumidor ao mercado externo e à expansão da economia doméstica. Já para as grandes e médias empresas, a qualidade de crédito se manteve estável.

Evolução do índice da Serasa: recuperação
As micro e pequenas empresas foram responsáveis pela melhoria na qualidade de crédito do setor produtivo brasileiro no segundo trimestre deste ano (abril, maio e junho). É o que mostra o Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito das Empresas, medido numa escala de zero a 100. Divulgado ontem, dia 30, o índice mostra um aumento de 0,1%, levando o índice a 95,62 pontos, o melhor desempenho desde o segundo trimestre de 2009, antes da crise global. Em outras palavras, o indicador mostra o risco de inadimplência das empresas. Segundo os economistas da Serasa, o aumento se deve à menor exposição do consumidor ao mercado externo e à expansão da economia doméstica. Já para as grandes e médias empresas, a qualidade de crédito se manteve estável.
Brasil tem o menor número de falências desde 2005
postado por Carlos Dias
O ano de 2009 registrou o menor número de falências decretadas desde 2005, quando entrou em vigor a Nova Lei de Falências. Dados do Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações divulgado anteontem mostram um total de 908 decretos de falência no Brasil no ano passado, contra 969 em 2008 e 1.479 em 2007. Segundo a Serasa, a recuperação econômica iniciada em março e o crescimento da economia no final do ano explicam essa queda.
Historicamente, as micro e pequenas empresas sempre representaram a quase totalidade das falências no país (até porque são em maior número), mas em 2009 a proporção em relação às médias e grandes também diminuiu e foi a menor desde 2005 também. Dos 908 decretos do ano passado, 831 foram de micro e pequenas, ou seja, 91,5% do total. Em 2005, por exemplo, elas representaram 97,7% de todas as falências decretadas. Desde então, essa porcentagem vem caindo ano a ano.
O ano de 2009 registrou o menor número de falências decretadas desde 2005, quando entrou em vigor a Nova Lei de Falências. Dados do Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações divulgado anteontem mostram um total de 908 decretos de falência no Brasil no ano passado, contra 969 em 2008 e 1.479 em 2007. Segundo a Serasa, a recuperação econômica iniciada em março e o crescimento da economia no final do ano explicam essa queda.
Historicamente, as micro e pequenas empresas sempre representaram a quase totalidade das falências no país (até porque são em maior número), mas em 2009 a proporção em relação às médias e grandes também diminuiu e foi a menor desde 2005 também. Dos 908 decretos do ano passado, 831 foram de micro e pequenas, ou seja, 91,5% do total. Em 2005, por exemplo, elas representaram 97,7% de todas as falências decretadas. Desde então, essa porcentagem vem caindo ano a ano.
Número de cheques sem fundo é o menor em 13 meses
postado por Carlos Dias

Índice de cheques sem fundo cai pelo terceiro mês seguido
A Serasa Experian anunciou nesta quinta-feira que o índice de cheques sem fundo em outubro foi o menor nos últimos 13 meses. O levantamento feito mensalmente pela companhia – grupo internacional de serviços de informação para empresas – mostra uma queda de 1%, a terceira seguida desde agosto. Os números sinalizam uma tendência de queda, após meses de elevação na inadimplência desde o início da crise econômica mundial.
Para a Serasa, isso pode ser resultado da volta do crescimento econômico, da queda nas taxas de juro e na recuperação no índice de empregos formais. Os técnicos da empresa avaliam que a tendência de queda continue, principalmente por causa do pagamento do décimo terceiro salário. É o comportamento do consumidor nas compras de Natal que vai determinar os índices no início de 2010. São Paulo foi o Estado com a menor taxa de cheques devolvidos, seguido pelo Rio de Janeiro, ambos com menos de 2% do total. O Estado com o maior índice de inadimplência foi o Amapá, seguido pelo Maranhão, ambos com mais de 9%.

Índice de cheques sem fundo cai pelo terceiro mês seguido
A Serasa Experian anunciou nesta quinta-feira que o índice de cheques sem fundo em outubro foi o menor nos últimos 13 meses. O levantamento feito mensalmente pela companhia – grupo internacional de serviços de informação para empresas – mostra uma queda de 1%, a terceira seguida desde agosto. Os números sinalizam uma tendência de queda, após meses de elevação na inadimplência desde o início da crise econômica mundial.
Para a Serasa, isso pode ser resultado da volta do crescimento econômico, da queda nas taxas de juro e na recuperação no índice de empregos formais. Os técnicos da empresa avaliam que a tendência de queda continue, principalmente por causa do pagamento do décimo terceiro salário. É o comportamento do consumidor nas compras de Natal que vai determinar os índices no início de 2010. São Paulo foi o Estado com a menor taxa de cheques devolvidos, seguido pelo Rio de Janeiro, ambos com menos de 2% do total. O Estado com o maior índice de inadimplência foi o Amapá, seguido pelo Maranhão, ambos com mais de 9%.
Varejo teve em agosto maior crescimento do ano
postado por Amanda Camasmie

Combustíveis: crescimento de 1,4%
O comportamento do varejo em agosto pode ser mais um sinal de recuperação da economia após a crise global. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o crescimento foi de 0,7%. O estudo foi elaborado pela Experian, empresa que atua no mercado de informações em mais de 65 países e adquiriu, em julho de 2007, o controle acionário da Serasa. A pesquisa revela que houve aumento de 1,4% na atividade do segmento de Combustíveis e Lubrificantes; 0,8% no movimento do setor de Material de Construção e 0,7% no segmento de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática. O único destaque negativo ficou por conta do setor de Veículos, Motos e Peças (1,9%), frente ao mês anterior. Contudo, quando comparado a agosto de 2008, o setor registrou a maior taxa de crescimento do ano: alta de 6,3%. O indicador considera as consultas registradas à base de dados da Serasa Experian de aproximadamente 6.000 empresas comerciais.

Combustíveis: crescimento de 1,4%
O comportamento do varejo em agosto pode ser mais um sinal de recuperação da economia após a crise global. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o crescimento foi de 0,7%. O estudo foi elaborado pela Experian, empresa que atua no mercado de informações em mais de 65 países e adquiriu, em julho de 2007, o controle acionário da Serasa. A pesquisa revela que houve aumento de 1,4% na atividade do segmento de Combustíveis e Lubrificantes; 0,8% no movimento do setor de Material de Construção e 0,7% no segmento de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática. O único destaque negativo ficou por conta do setor de Veículos, Motos e Peças (1,9%), frente ao mês anterior. Contudo, quando comparado a agosto de 2008, o setor registrou a maior taxa de crescimento do ano: alta de 6,3%. O indicador considera as consultas registradas à base de dados da Serasa Experian de aproximadamente 6.000 empresas comerciais.
Pesquisa mostra otimismo no varejo para o Dia dos Pais
postado por Carlos Dias

Presente: boa expectativa para o Dias dos Pais
Pesquisa da Serasa Experian divulgada ontem aponta otimismo do setor varejista para o Dia dos Pais, comemorado daqui a 15 dias. Segundo o levantamento, 41% dos 1.011 empreendedores e executivos entrevistados acreditam em aumento de vendas, outro tanto diz esperar o mesmo faturamento do ano passado e 18% temem uma retração. De acordo com a enquete, citada pelo jornal Valor Econômico, esses números sinalizam uma recuperação das expectativas no consumo e são melhores que os resultados do estudo feito para o Dia das Mães.
O otimismo é maior entre as grandes empresas, das quais 54% apostam no crescimento das vendas e 9%, na queda. Já os pequenos empresários são os menos animados: 38% preveem mais dinheiro em caixa e 19%, menos. Segundo a Serasa, esse otimismo se explica por vários fatores, como a queda nos juros, o aumento dos prazos de financiamento e a volta do crédito para a pessoa física. “Além disso, a sensação de que o pior da crise já passou dá um novo alento às promoções do varejo nesta data”, diz a pesquisa.

Presente: boa expectativa para o Dias dos Pais
Pesquisa da Serasa Experian divulgada ontem aponta otimismo do setor varejista para o Dia dos Pais, comemorado daqui a 15 dias. Segundo o levantamento, 41% dos 1.011 empreendedores e executivos entrevistados acreditam em aumento de vendas, outro tanto diz esperar o mesmo faturamento do ano passado e 18% temem uma retração. De acordo com a enquete, citada pelo jornal Valor Econômico, esses números sinalizam uma recuperação das expectativas no consumo e são melhores que os resultados do estudo feito para o Dia das Mães.
O otimismo é maior entre as grandes empresas, das quais 54% apostam no crescimento das vendas e 9%, na queda. Já os pequenos empresários são os menos animados: 38% preveem mais dinheiro em caixa e 19%, menos. Segundo a Serasa, esse otimismo se explica por vários fatores, como a queda nos juros, o aumento dos prazos de financiamento e a volta do crédito para a pessoa física. “Além disso, a sensação de que o pior da crise já passou dá um novo alento às promoções do varejo nesta data”, diz a pesquisa.


