É cada vez mair o número de jovens empreendedores que escolhem abrir o próprio negócio, em vez de procurar um emprego. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade descobriu que mais da metade dos brasileiros que possuem um negócio próprio tem menos de 34 anos (exatamente 52,5%). O tema foi a reportagem de capa do caderno .Edu, do Jornal O Estado de S. Paulo da última terça-feira. O número vai na contramão do estereótipo segundo o qual o inexperiente jovem quer emprego, e os mais velhos e experientes, cansados de serem empregados, é que resolvem abrir sua empresa.
Posts com a tag ‘tendências’
Metade dos empreendedores tem menos de 34 anos
postado por Carlos Dias
Varejo é o setor que mais formaliza empreendedores
postado por Carlos Dias

Cabeleireiro, o terceiro profissional que mais se formalizou
O comércio varejista foi o setor que mais formalizou trabalhadores autônomos na categoria de Empreendedor Individual. Cerca de 145 mil pessoas que se formalizaram até agora atuam no varejo, de um total de 450 mil empreendedores que deixaram a informalidade desde o início do programa criado pelo governo federal. Em segundo lugar está o setor de alimentação, com 49.747 trabalhadores (ou 11,39% do total) e, em seguida, os cabeleireiros, com 43.349 empreendedores formalizados (9,93%).
O levantamento foi feito pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).e divulgado na última quarta-feira, dia 11, em encontro dos operadores do Empreendedor Individual no Ministério da Previdência e Assistência Social, em Brasília.

Cabeleireiro, o terceiro profissional que mais se formalizou
O comércio varejista foi o setor que mais formalizou trabalhadores autônomos na categoria de Empreendedor Individual. Cerca de 145 mil pessoas que se formalizaram até agora atuam no varejo, de um total de 450 mil empreendedores que deixaram a informalidade desde o início do programa criado pelo governo federal. Em segundo lugar está o setor de alimentação, com 49.747 trabalhadores (ou 11,39% do total) e, em seguida, os cabeleireiros, com 43.349 empreendedores formalizados (9,93%).
O levantamento foi feito pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).e divulgado na última quarta-feira, dia 11, em encontro dos operadores do Empreendedor Individual no Ministério da Previdência e Assistência Social, em Brasília.
Lojas de conveniência aquecem o mercado de franquias
postado por Debora Carrari

Lojas de conveniência: crescimento de 20%
Com um crescimento de 20% ao ano e faturamento de quase R$ 200 milhões por mês, o setor de lojas de conveniência conquistou os consumidores brasileiros, que chegam a pagar mais pelo combustível pela comodidade de fazer compras enquanto abastece o carro. Segundo especialistas, a venda de combustível aumenta de 15% a 30% quando o posto de gasolina tem uma loja de conveniência.
Uma loja de conveniência é um pequeno estabelecimento comercial localizado quase sempre em postos de abastecimento, estações rodoviárias ou de embarque ou em ruas movimentadas. E muitas vezes funcionam em regime de franquia.

Lojas de conveniência: crescimento de 20%
Com um crescimento de 20% ao ano e faturamento de quase R$ 200 milhões por mês, o setor de lojas de conveniência conquistou os consumidores brasileiros, que chegam a pagar mais pelo combustível pela comodidade de fazer compras enquanto abastece o carro. Segundo especialistas, a venda de combustível aumenta de 15% a 30% quando o posto de gasolina tem uma loja de conveniência.
Uma loja de conveniência é um pequeno estabelecimento comercial localizado quase sempre em postos de abastecimento, estações rodoviárias ou de embarque ou em ruas movimentadas. E muitas vezes funcionam em regime de franquia.
Consumidor é mais exigente que eleitor, diz estudo
postado por Debora Carrari

Consumidor: mais exigente com produtos do que com candidatos
Uma pesquisa inédita da Universidade de Brasília revelou um dado curioso sobre o perfil do consumidor brasileiro: cidadãos se empenham mais na procura por informações para comprar do que para votar. Consumidores passam mais tempo buscando respostas para decidir sobre a compra de determinado produto do que com a escolha do candidato que irá ganhar o seu voto nas eleições estaduais.

Consumidor: mais exigente com produtos do que com candidatos
Uma pesquisa inédita da Universidade de Brasília revelou um dado curioso sobre o perfil do consumidor brasileiro: cidadãos se empenham mais na procura por informações para comprar do que para votar. Consumidores passam mais tempo buscando respostas para decidir sobre a compra de determinado produto do que com a escolha do candidato que irá ganhar o seu voto nas eleições estaduais.
Franquias estão se popularizando, diz presidente da ABF
postado por Debora Carrari

Ricardo Bomeny: sucesso das franquias no Brasil está popularizando o setor
Nenhum mercado se expandiu tanto no Brasil quanto o segmento de franquias em 10 anos. De 2002 até agora, o setor dobrou de tamanho e nos últimos três anos cresceu 50%. Segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), só em 2009, 264 empresas se tornaram franqueadoras, engordando a lista de quase 80 mil unidades em funcionamento.
Com esse sucesso, empreendedores veem hoje no segmento de franquias uma opção de investimento mais segura, principalmente para quem está começando a empreender. Além da segurança oferecida por uma marca já estabelecida no mercado, o apoio e orientação oferecidos pelo franqueador estão entre as vantagens que atraem investidores para as franquias. Esse crescimento tem motivado uma popularização do setor, com o surgimento de redes mais acessíveis, com investimentos que vão de R$5 mil a R$50 mil. Segundo o presidente da ABF, Ricardo Bomeny, essa é uma tendência que vem caminha junto com o acesso mais amplo ao crédito no setor. Confira a seguir entrevista exclusiva do presidente da ABF ao Empreendedores sobre esse momento do mercado de franquias.

Ricardo Bomeny: sucesso das franquias no Brasil está popularizando o setor
Nenhum mercado se expandiu tanto no Brasil quanto o segmento de franquias em 10 anos. De 2002 até agora, o setor dobrou de tamanho e nos últimos três anos cresceu 50%. Segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), só em 2009, 264 empresas se tornaram franqueadoras, engordando a lista de quase 80 mil unidades em funcionamento.
Com esse sucesso, empreendedores veem hoje no segmento de franquias uma opção de investimento mais segura, principalmente para quem está começando a empreender. Além da segurança oferecida por uma marca já estabelecida no mercado, o apoio e orientação oferecidos pelo franqueador estão entre as vantagens que atraem investidores para as franquias. Esse crescimento tem motivado uma popularização do setor, com o surgimento de redes mais acessíveis, com investimentos que vão de R$5 mil a R$50 mil. Segundo o presidente da ABF, Ricardo Bomeny, essa é uma tendência que vem caminha junto com o acesso mais amplo ao crédito no setor. Confira a seguir entrevista exclusiva do presidente da ABF ao Empreendedores sobre esse momento do mercado de franquias.
Franquias internacionais se expandem no Brasil
postado por Debora Carrari

Pretzel: em busca de parceiros
Além do crescimento de 15% no faturamento em 2009, o mercado de franquias está demonstrando mais um sinal da fase de prosperidade que vive no Brasil. Uma parte desse crescimento se deve à criação de novas redes, mas outra parte é o resultado do aumento do número de redes internacionais chegando ao país para disputar uma fatia desse bolo. Diversas redes mundiais estão procurando parceiros no Brasil, como as lojas de roupas Strasburg Children e Aftershock, a imobiliária ReMax, as sorveterias Maggie Moos e Marble Creamery, a rede de calçados The Athlete’s Foot e a rede de alimentação Pretzelmaker & Pretzel Time.

Pretzel: em busca de parceiros
Além do crescimento de 15% no faturamento em 2009, o mercado de franquias está demonstrando mais um sinal da fase de prosperidade que vive no Brasil. Uma parte desse crescimento se deve à criação de novas redes, mas outra parte é o resultado do aumento do número de redes internacionais chegando ao país para disputar uma fatia desse bolo. Diversas redes mundiais estão procurando parceiros no Brasil, como as lojas de roupas Strasburg Children e Aftershock, a imobiliária ReMax, as sorveterias Maggie Moos e Marble Creamery, a rede de calçados The Athlete’s Foot e a rede de alimentação Pretzelmaker & Pretzel Time.
Confira previsão do impacto da Copa de 2014 nas MPEs
postado por Debora Carrari
A Copa do Mundo de 2014 vai gerar investimentos milionários no Brasil. As micro e pequenas empresas brasileiras também vão sair ganhando, de acordo com os dados revelados pelo estudo Brasil Sustentável – Impactos Socioeconômicos da Copa 2014, produzido pela Ernst & Young e Fundação Getúio Vargas. Segundo a pesquisa, pelo menos 11 setores da economia, com grande representatividade de micro e pequenas empresas, serão beneficiados diretamente pela realização do evento no país.
O estudo fez uma análise do impacto da Copa para cada setor da economia. O setor têxtil, por exemplo, terá o maior crescimento, com impacto previsto em R$ 580, 47 milhões. Em segundo lugar está o setor de peças e acessórios automotivos, com lucro previsto de R$ 469,23 milhões. Eletrodomésticos e máquinas vêm em seguida, com previsão de lucro de R$ 429,40 milhões, seguido pelo setor de aparelhos e materiais elétricos, com crescimento de R$ 384,20 milhões.
A Copa do Mundo de 2014 vai gerar investimentos milionários no Brasil. As micro e pequenas empresas brasileiras também vão sair ganhando, de acordo com os dados revelados pelo estudo Brasil Sustentável – Impactos Socioeconômicos da Copa 2014, produzido pela Ernst & Young e Fundação Getúio Vargas. Segundo a pesquisa, pelo menos 11 setores da economia, com grande representatividade de micro e pequenas empresas, serão beneficiados diretamente pela realização do evento no país.
O estudo fez uma análise do impacto da Copa para cada setor da economia. O setor têxtil, por exemplo, terá o maior crescimento, com impacto previsto em R$ 580, 47 milhões. Em segundo lugar está o setor de peças e acessórios automotivos, com lucro previsto de R$ 469,23 milhões. Eletrodomésticos e máquinas vêm em seguida, com previsão de lucro de R$ 429,40 milhões, seguido pelo setor de aparelhos e materiais elétricos, com crescimento de R$ 384,20 milhões.
Franchising Expo 2010 tem espaço para microfranquias
postado por Debora Carrari

A franquia Mais: rede de cursos profissionalizantes a partir de R$ 40 mil
Quem está participando da 19ª ABF Franchising Expo, que vai até amanhã no Pavilhão de Exposições do Center Norte, em São Paulo, nota a presença predominante das grandes marcas dos setores mais importantes do segmento de franquias: alimentação, ensino de idiomas, vestuário, perfumaria e cosméticos. É no setor de serviços, porém, que estão as oportunidades mais acessíveis aos empreendedores, ou aqueles que dispõem de capital entre R$50 e R$100 mil. Na Franchising Expo deste ano, alguns dos destaques entre as microfranquias estão a seguir.

A franquia Mais: rede de cursos profissionalizantes a partir de R$ 40 mil
Quem está participando da 19ª ABF Franchising Expo, que vai até amanhã no Pavilhão de Exposições do Center Norte, em São Paulo, nota a presença predominante das grandes marcas dos setores mais importantes do segmento de franquias: alimentação, ensino de idiomas, vestuário, perfumaria e cosméticos. É no setor de serviços, porém, que estão as oportunidades mais acessíveis aos empreendedores, ou aqueles que dispõem de capital entre R$50 e R$100 mil. Na Franchising Expo deste ano, alguns dos destaques entre as microfranquias estão a seguir.
Setor de franquias cresceu 18% em 2009, anuncia ABF
postado por Debora Carrari

A ABF Expo: setor em expansão
O sistema de franquias teve em 2009 um faturamento de R$ 68 milhões, o que representa um crescimento de 18% em relação ao ano anterior. A informação foi divulgada ontem pelo presidente da ABF (Associação Brasileira de Franchising) Ricardo Bomeny, e pelo diretor executivo Ricardo Camargo, que receberam a imprensa na 19ª edição da ABF Franchising Expo, para revelar os números por trás do sucesso do sistema de franquias no Brasil em 2009.

A ABF Expo: setor em expansão
O sistema de franquias teve em 2009 um faturamento de R$ 68 milhões, o que representa um crescimento de 18% em relação ao ano anterior. A informação foi divulgada ontem pelo presidente da ABF (Associação Brasileira de Franchising) Ricardo Bomeny, e pelo diretor executivo Ricardo Camargo, que receberam a imprensa na 19ª edição da ABF Franchising Expo, para revelar os números por trás do sucesso do sistema de franquias no Brasil em 2009.
Pequenas empresas vão crescer nos próximos cinco anos
postado por Carlos Dias
Um estudo apresentado pelos conselheiros do Sistema Sebrae e promovido pela Tendências Consultoria Integrada traz uma notícia animadora para as micro e pequenas empresas. Os resultados apontam uma perspectiva de crescimento de até 5% ao ano nos setores de comércio e serviços nos próximos cinco anos. A partir do estudo, apresentado em Brasília no dia 26 de maio, será desenvolvida uma agenda de prioridades para os pequenos empreendimentos.
Segundo a consultora Denise Pasqual, o crescimento será impulsionado principalmente pelo consumo doméstico e pelo investimento em mineração, petróleo, construção civil e siderurgia. Fatores como a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 também influenciam esses números. As maiores possibilidades de crescimento são para as empresas que atuam no setor de consumo doméstico, especialmente comércio e serviços. Também há possibilidades de crescimento para as que atuam na cadeia de fornecedores das atividades que vão receber os maiores investimentos.
Um estudo apresentado pelos conselheiros do Sistema Sebrae e promovido pela Tendências Consultoria Integrada traz uma notícia animadora para as micro e pequenas empresas. Os resultados apontam uma perspectiva de crescimento de até 5% ao ano nos setores de comércio e serviços nos próximos cinco anos. A partir do estudo, apresentado em Brasília no dia 26 de maio, será desenvolvida uma agenda de prioridades para os pequenos empreendimentos.
Segundo a consultora Denise Pasqual, o crescimento será impulsionado principalmente pelo consumo doméstico e pelo investimento em mineração, petróleo, construção civil e siderurgia. Fatores como a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 também influenciam esses números. As maiores possibilidades de crescimento são para as empresas que atuam no setor de consumo doméstico, especialmente comércio e serviços. Também há possibilidades de crescimento para as que atuam na cadeia de fornecedores das atividades que vão receber os maiores investimentos.


