Posts com a tag ‘varejo’

O que o consumidor vai esperar de você em 2010

postado por Carlos Dias
08 o que o consumidor vai

Consumidor: mais interativo em 2010

Todo consumidor vai às compras com uma convicção que é inconsciente de tão arraigada que é: o cliente sempre tem razão. O problema é que para satisfazê-lo isso já não é suficiente. E não adianta mais também vir com aquelas frases da boca para fora, do tipo “o melhor do bairro” ou “os preços mais baixos da cidade”. Perda de tempo. Essa é, pelo menos, a opinião do norte-americano Barry Moltz, empreendedor e autor de três livros sobre empreendedorismo, já traduzidos para chinês, coreano e russo. Em um artigo publicado no site Small Bussiness Trends (ou tendências para pequenos negócios, em português), ele dá uma série de dicas sobre o que fazer para realmente agradar ao consumidor em 2010. Segundo ele, a crise mundial deflagrada no ano passado, vai fazer de 2010 um ano em que o atendimento ao consumidor será essencial. “É hora de oferecer um atendimento excepcional, simplesmente porque é o que faz sentido para um pequeno negócio”, diz. “Isso é a única vantagem competitiva realmente sustentável.” Por isso, confira suas opiniões sobre as tendências para o próximo ano.

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Especialista aponta tendências no varejo para 2010

postado por Carlos Dias
07 especialista aponta tendencias

Moltz: foco no atendimento ao cliente

A crise econômica mundial que exatamente um ano atrás amedrontava o mundo inteiro parece estar realmente dizendo adeus, mas como toda intempérie – da natureza ou não – ela está deixando rastros e vai deixar uma pequena herança no mundo dos negócios. Segundo o consultor norte-americano Barry Moltz, autor de vários livros sobre empreendedorismo, os empresários, pequenos ou não, devem se preparar para algumas tendências em 2010. Em um artigo publicado no site Small Bussiness Trends (ou tendências para pequenos negócios, em português), ele faz uma série de previsões para o próximo ano e dá dicas do que fazer para reagir adequadamente às tendências. O Empreendedores fez um resumo do artigo, adaptou o material e publica em duas partes (hoje e amanhã) as ideias de Moltz. Confira.

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Venda de roupa pela internet cresce 108% em outubro

postado por Carlos Dias

Os mais incrédulos em relação ao potencial do comércio eletrônico costumavam afirmar que a venda de certos produtos jamais daria certo na internet. Afinal, raciocinavam, quem vai querer comprar roupa sem poder experimentar? Nos Estados Unidos, a Zappos, por exemplo, prova o contrário faturando alto vendendo, quem diria, sapatos. Essa aceitação do consumidor também está crescendo no Brasil. Reportagem publicada pelo portal de notícias G1 revela que o comércio de roupas pela internet cresceu 108% em outubro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Outro segmento que teve um crescimento expressivo foi o de joias, que subiu 55%.

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Crise não afeta o comércio virtual, diz pesquisa

postado por Carlos Dias

O comércio eletrônico no Brasil cresceu 27% no primeiro semestre de 2009, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da 20ª edição do relatório WebShoppers, realizado pela empresa de consultoria em e-commerce E-bit. O setor de vendas pela internet movimentou R$4,8 bilhões, R$1 milhão a mais que em 2008. Um dos motivos para o crescimento foi o aumento da procura por produtos de maior valor agregado, como informática e eletrodomésticos, esses útimos em razão da redução do IPI, ocorrida em abril deste ano. O resultado positivo também é fruto da maior adesão e da satisfação do consumidor com o serviço. Segundo o levantamento feito pela E-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS) e com o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.

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Dez motivos para você abrir uma loja virtual

postado por Carlos Dias

Comércio eletrônico: ascensão

Se você vende alguma coisa e ainda não tem uma loja virtual, é melhor ler este post até o fim. Se você pretende abrir uma empresa também para comercializar algum produto, o conselho vale para você também. É que a internet é um fenômeno tão novo que ainda pairam sobre ela muitos tabus – que o comércio eletrônico é complexo, que não é seguro, que as pessoas preferem sair para comprar, que é caro montar um site desse tipo. Esses e vários outros argumentos que muitos empreendedores recitam na ponta da língua até poderiam ser verdadeiros (e não são), mas mesmo assim não seriam motivo para não investir no chamado e-commerce.

Seria o mesmo que dizer (como já foi dito, lembra?) que é bobagem ter um telefone celular porque o mundo vivia muito bem sem ele e todo mundo sabe onde encontrá-lo. Se antes perguntavam “você tem celular?”, hoje as pessoas já dizem “me dá seu número de celular”. Pois o mesmo deve acontecer em breve com qualquer comerciante ou industrial. Antes que você cause espanto ao responder que não vende pela internet, talvez seja bom pensar no assunto. E não deve demorar para que isso ocorra. A receita com comércio eletrônico subiu 25% no primeiro semestre deste ano, mais que o dobro do crescimento do varejo convencional. Mas se esses argumentos ainda não o sensibilizaram, continue lendo e veja mais alguns.

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Aprenda mais sobre como vender pela internet

postado por Amanda Camasmie
E-commerce: previsão de faturamento de R$ 10 bilhões em 2009

E-commerce: previsão de faturamento de R$ 10 bilhões em 2009

Se você é um empreendedor atento às tendências, já deve estar cansado de saber a importância da internet no mercado global. E provavelmente também já compreendeu que a maioria dos processos corporativos dependem cada vez mais da web. O comércio é um deles. As compras pela internet têm crescido em uma proporção acelerada. Em 2008, o varejo on-line faturou R$ 8,2 bilhões, e a previsão para este ano é de R$ 10 bilhões, segundo a eBit, empresa de monitoramento de e-commerce no Brasil.

Um fator que reforça as previsões da e-bit é o crescimento de pelo menos 20% das compras on-line, divulgado no final do primeiro semestre deste ano pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e pela própria e-bit. Esse desempenho superou o do varejo físico, que subiu 10,3% até maio de 2009.

O que tudo isso significa? O consumidor está perdendo o medo de comprar pela internet. De 2007 para 2008, a quantidade de e-consumidores brasileiros aumentou 39%, de acordo com a e-bit. A empresa de monitoramento ainda destaca que em 2007 os produtos mais vendidos pela internet foram livros, revistas e jornais (17%), seguidos de saúde e beleza (12%) e informática (11%). Aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos somaram 9% e 6% de mercado, respectivamente.

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Conheça algumas dicas para fazer promoções

postado por Amanda Camasmie

Liquidação: apenas uma das várias modalidades de promoções

Ao se deparar com uma campanha promocional mais apelativa, provavelmente você já deve ter se questionado: será que a empresa está assim tão desesperada para vender? Tamanho é o medo de parecerem desesperadas que as companhias limitam-se às ações promocionais mais óbvias, ou seja, aquelas que o próprio cliente já espera, como troca de coleção e datas festivas, destaca Marcelo Cherto (sócio da Franchise Store e da MD Comunicação e membro da Academia Brasileira de Marketing e do Conselho Consultivo da Endeavor Global, de Nova York), em artigo para o site da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Segundo Cherto, especialistas estimam que moradores de cidade grande recebam cerca de 3 mil “apelos ao consumo” diários (na forma de anúncios, outdoors, folhetos, rótulos, cartazes, promoções, etc). O grande problema é que o cérebro humano tem a capacidade de processar apenas uns 200 ou 300 desses apelos. Portanto, quem não for “notável” não será notado, destaca.

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Varejo teve em agosto maior crescimento do ano

postado por Amanda Camasmie

Combustíveis: crescimento de 1,4%

O comportamento do varejo em agosto pode ser mais um sinal de recuperação da economia após a crise global. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o crescimento foi de 0,7%. O estudo foi elaborado pela Experian, empresa que atua no mercado de informações em mais de 65 países e adquiriu, em julho de 2007, o controle acionário da Serasa. A pesquisa revela que houve aumento de 1,4% na atividade do segmento de Combustíveis e Lubrificantes; 0,8% no movimento do setor de Material de Construção e 0,7% no segmento de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática. O único destaque negativo ficou por conta do setor de Veículos, Motos e Peças (1,9%), frente ao mês anterior. Contudo, quando comparado a agosto de 2008, o setor registrou a maior taxa de crescimento do ano: alta de 6,3%. O indicador considera as consultas registradas à base de dados da Serasa Experian de aproximadamente 6.000 empresas comerciais.

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Como definir o preço ideal para seu produto no varejo

postado por Carlos Dias
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Dilema: o preço certo da etiqueta

Para quem vê de fora, ganhar dinheiro no comércio pode parecer fácil: basta comprar o produto por um preço X, acrescentar X% em cima e colocar o resultado na etiqueta. Pronto: a diferença é o lucro. Quem dera fosse tão fácil. Definir o preço de uma mercadoria no varejo é uma equação complexa, cheia de variáveis e uma sempre importante incógnita: a reação do consumidor. Por isso, não vai ser num post na internet que você vai aprender que preço colocar na etiqueta do seu produto (jamais teríamos essa pretensão), mas podemos dar algumas dicas básicas para estimular a preocupação com o tema.

O site About.com, pertencente ao prestigiado The New York Times, traz uma reportagem com boas dicas para os varejistas. O primeiro passo para definir o preço no varejo é conhecer bem quanto ele custa. De um lado, existe o custo da mercadoria, que vai além do quanto se paga ao fornecedor. Deve-se incluir também outros gastos menos óbvios para os iniciantes no mundo dos negócios, como transporte, armazenagem e manuseio. De outro, há o custo operacional. Ele engloba, entre muitos outros, aluguel, folha de pagamento, luz, telefone, propaganda – enfim, todos os gastos necessários para o lojista fazer o produto chegar ao consumidor final. Muitos empreendedores arbitram o preço final e, depois de algum tempo, não entendem por que a conta bancária está vazia. Para onde foi aquele dinheiro todo que entrou no caixa?

Por isso, sem que se tenha o custo muito claro não é possível estabelecer um preço. Somente com os custos devidamente calculados, o empreendedor pode partir para ser mais competitivo (ou lucrativo) tentando reduzi-lo – o que vai desde negociar preços com os fornecedores até economizar em material de escritório ou na conta de telefone. Isso é o básico. A partir daí é que começam, de fato, as estratégias para bater a concorrência e ter lucro.

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Pesquisa mostra otimismo no varejo para o Dia dos Pais

postado por Carlos Dias
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Presente: boa expectativa para o Dias dos Pais

Pesquisa da Serasa Experian divulgada ontem aponta otimismo do setor varejista para o Dia dos Pais, comemorado daqui a 15 dias. Segundo o levantamento, 41% dos 1.011 empreendedores e executivos entrevistados acreditam em aumento de vendas, outro tanto diz esperar o mesmo faturamento do ano passado e 18% temem uma retração. De acordo com a enquete, citada pelo jornal Valor Econômico, esses números sinalizam uma recuperação das expectativas no consumo e são melhores que os resultados do estudo feito para o Dia das Mães.

O otimismo é maior entre as grandes empresas, das quais 54% apostam no crescimento das vendas e 9%, na queda. Já os pequenos empresários são os menos animados: 38% preveem mais dinheiro em caixa e 19%, menos. Segundo a Serasa, esse otimismo se explica por vários fatores, como a queda nos juros, o aumento dos prazos de financiamento e a volta do crédito para a pessoa física. “Além disso, a sensação de que o pior da crise já passou dá um novo alento às promoções do varejo nesta data”, diz a pesquisa.