
Consumidor: mais interativo em 2010
Todo consumidor vai às compras com uma convicção que é inconsciente de tão arraigada que é: o cliente sempre tem razão. O problema é que para satisfazê-lo isso já não é suficiente. E não adianta mais também vir com aquelas frases da boca para fora, do tipo “o melhor do bairro” ou “os preços mais baixos da cidade”. Perda de tempo. Essa é, pelo menos, a opinião do norte-americano Barry Moltz, empreendedor e autor de três livros sobre empreendedorismo, já traduzidos para chinês, coreano e russo. Em um artigo publicado no site Small Bussiness Trends (ou tendências para pequenos negócios, em português), ele dá uma série de dicas sobre o que fazer para realmente agradar ao consumidor em 2010. Segundo ele, a crise mundial deflagrada no ano passado, vai fazer de 2010 um ano em que o atendimento ao consumidor será essencial. “É hora de oferecer um atendimento excepcional, simplesmente porque é o que faz sentido para um pequeno negócio”, diz. “Isso é a única vantagem competitiva realmente sustentável.” Por isso, confira suas opiniões sobre as tendências para o próximo ano.


Os mais incrédulos em relação ao potencial do comércio eletrônico costumavam afirmar que a venda de certos produtos jamais daria certo na internet. Afinal, raciocinavam, quem vai querer comprar roupa sem poder experimentar? Nos Estados Unidos, a
O comércio eletrônico no Brasil cresceu 27% no primeiro semestre de 2009, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da 20ª edição do relatório 






